24/02/12
21/12/11
Véspera de...
24/11/11
São coisas...
Mas não, não escrevo tudo o que me vai na alma, há coisas que guardo apenas para mim e para ser sincera, que só me fazem mal, pois deixam-me num estado de stress que só eu sei como me encontro neste momento.
Triste estou, aqui, e por isso escrevo um pouco como forma de desabafo. Não que a tristeza se alastre, me possua, atinja o meu todo, que me envolva em uma bolha de melancolia e me impeça de prosseguir, mas estou triste pelo hoje. Orgulho-me das escolhas que fiz até agora, e se cheguei onde cheguei foi porque lutei e trabalhei para cá chegar. É difícil ter que ouvir de quem mais gostamos coisas que nos magoam, como "não tenho sorte nenhuma...", "olha para ti que tens tudo o que sonhaste e eu nada... não nasci para ter sorte, ando para aqui só à deriva"... Sorte... sorte somos nós que a fazemos, somos nós que criamos condições para chegar aos objectivos projectados e com isso atingir um determinado estado de felicidade.
Podiam-me agora perguntar, se tens aquilo que sonhaste o que te deixa infeliz?... Pois é, sou parva... preocupo-me demasiado com os outros, principalmente com aqueles de quem gosto... enfim... nem me vou alongar mais, não vale a pena...
Fico apenas triste, triste pelo que quero dar menos de mim aos outros e não consigo, ainda se conseguissem perceber isso... triste por não haver sono no mundo que apague tudo o que não quero pensar.
07/04/11
Old story... present story
A little bird that was flying south for the winter. It was so cold that the bird froze and fell to the ground in a large field. While it was lying there, a cow came by and dropped some dung on it.
As the frozen bird lay there in the pile of cow dung, it began to realise how warm it was. The dung was actually thawing him out! He lay there all warm and happy, and soon began to sing for joy.
A passing cat heard the bird singing and came to investigate.
Following the sound, the cat discovered the bird under the pile of cow dung, and promptly dug him out and ate him!
1) Not everyone who drops shit on you is your enemy.
2) Not everyone who gets you out of shit is your friend.
3) And when you're in deep shit, keep your mouth shut
03/04/11
Moral da história...
- DEPOIS DO SEXO, CADA UM SE ...VESTE SOZINHO!
MORAL DA HISTÓRIA:
Na vida ninguém te ajuda depois de estares fdd.
21/12/10
Relato de um homem casado:
mulher e disse:
− Querida, há 25 anos nós tínhamos um carocha, um apartamento caindo aos pedaços, dormíamos num sofá-cama e víamos televisão a preto e branco num ecrã de 14 polegadas. Mas, todas as noites, eu dormia com uma mulher de 25 anos. Agora nós temos uma mansão, dois Mercedes, uma cama super King Size e uma TV plasma de 50 polegadas, mas eu durmo com uma senhora de 50 anos. Parece-me que és a única que não está evoluindo.
A minha mulher, que é uma mulher muito sensata, disse-me então, sem sequer levantar os olhos do que estava fazendo:
− Sem problemas. Sai de casa e encontra uma mulher de 25 anos de idade que queira ficar contigo. E se isso acontecer, com o maior prazer eu farei com que tu, novamente, consigas viver num apartamento caindo aos pedaços, dormindo num sofá-cama e conduzindo um carocha.
Sabem que fiquei curado da minha crise de meia-idade? Estas mulheres maduras são realmente o máximo! E para completar ainda lhe perguntei:
− Querida, responde-me, mas onde está agora aquela mulher linda e sexy com quem eu me casei?
A mulher respondeu, sem levantar os olhos do que estava fazendo:
− Querido, comeste-a! Olha bem para o tamanho da tua barriga!
18/12/10
Natal nos tempos de hoje...
08/12/10
01/12/10
Podia ser uma definição...

Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos... Isto é equilíbrio!
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente... Isto é um princípio da natureza!
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isto é circunstância!
Solidão é muito mais do que isto...
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma.
15/11/10
Milhares de Tarrafais
A insegurança e a criminalidade são temas muito do apreço dos que vivem do medo. Não que sejam irrelevantes. Eles limitam o bem mais precioso para qualquer sociedade que se queira decente – a liberdade – e são sintomas da desigualdade. Mas, quase sempre, aqueles que as têm como prioridades do debate político usam-na para nos oferecer como cura a própria doença: limitar ainda mais a nossa liberdade e promover, através do estigma, a desigualdade. Não é por isso de espantar que a criminalidade que não sirva esta agenda raramente esteja na ordem do dia.Exemplo: a violência doméstica, que tem as mulheres como vítima quase exclusivas. Passa-se dentro de portas, não parece perturbar o quotidiano dos que não a experimentam e destrói essa cândida ideia que temos de nós de próprios enquanto sociedade moderna e evoluída. Este ano já tirou a vida a trinta mulheres. E estes são apenas os casos limite. Os espancamentos, as limitações violentas à liberdade individual, as humilhações que destroem até aos ossos a auto-estima de tantos seres humanos são banais. Fazem parte de um quotidiano que olhos e ouvidos de tantos decidem ignorar. Porque entre marido e mulher não se mete a colher.
Escondida entre quatro paredes, a violência doméstica deixa a vítima na mais completa e angustiante solidão. Muitas vezes corroída pela culpa, numa sociedade que ainda aceita com naturalidade que alguém pode ser propriedade de alguém. Que infantiliza as mulheres, tratando-a como um mero adereço. Que as trata como palradoras compulsivas, fadas do lar ou meninas mimadas viciadas em compras, que cada classe social trata dos seus próprios estereótipos. Que convive bem com a figura da “primeira-dama”, uma espécie de penacho de um Chefe de Estado. Que pergunta a uma mulher como concilia a vida familiar com a vida profissional mas nunca se lembra de fazer a mesma pergunta a um homem. Que trata a infidelidade masculina como sinal de virilidade e a infidelidade feminina como sinal de promiscuidade. Que paga, em média, mais aos homens do que às mulheres pelo mesmo trabalho. Que, tendo mais mulheres a sair das faculdades, não as deixa chegar aos lugares de topo, porque homem que é homem não aceita ordens de mulher. Que vê a função de “doméstica” com uma estranha naturalidade e a de “doméstico” como uma bizarria.
Uma mulher que me ensinou desde o meu nascimento muito do que sei fez-me saber sempre uma verdade fria: só é realmente independente e livre quem pode garantir o seu próprio sustento. Quando se pode fechar a porta sem olhar para trás. Por isso, podemos mudar muitas leis (e, ao tornar a violência doméstica num crime público, deixámos claro que, como comunidade, não aceitamos ficar em silêncio), mas nada conseguiremos enquanto as mulheres não conquistarem a igualdade como profissionais, trabalhadoras e cidadãs.
Só aí a violência doméstica deixará de ser uma questão de género. Só aí, milhares de homens demasiado inseguros para amar uma igual deixarão de conseguir transformar as suas casas em campos de concentração. Só aí conseguiremos punir estes selvagens como merecem. Só aí passarão a ser olhados com asco pelos seus vizinhos, amigos e familiares. Só aí ficarão sós até meterem nas suas fracas cabeças que ninguém pertence a ninguém. Só quando for maior vergonha ser um agressor do que ser “corno”, “banana” ou apenas civilizado, é que estriparemos do nosso quotidiano este crime que confunde amor com tortura. Só aí faremos justiça às trinta mulheres assassinadas em 2010 pelos seus companheiros, maridos ou namorados. No século XXI. Num país europeu.
Publicado no Expresso Online
01/10/10
Amigos
Não percebem o que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objecto dela se divida em outros afectos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade. E eu poderia suportar, embora não sem dor,
que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências...
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar.
É delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure. E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto de vida.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim...
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
O principal pilar da vida é a amizade... Mas o que todos nós ansiamos é ter um amigo que se torne um amor... mesmo que este amor seja uma missão impossível ou completamente platónico.
Sinto-me assim... Feliz por ter amigos e por ter encontrado pessoas que me preenchem... Embora dentro de mim haja um grande e enorme vazio... Saudade é a palavra de honra que efectivamente me acompanha todos os dias... e é verdade... estou a passar uma crise de carência que me aperta o coração todos os dias.
Contudo é por voces que me sinto feliz... pelo menos por vos ter sempre aqui... ao pé de mim...
Peço desculpa de estar a desvanecer... mas é o processo que já deveria ter vivido e não vivi.
Perdi muita coisa... é verdade mas ganhei a batalha da ignorância pela minha vida e isso é o monstruoso pilar que me alicerça todos os dias que me levanto e tenho que sorrir porque tem mesmo que ser e porque olho para os lados e vejo o vosso sorriso...
Obrigada,
09/05/10
Mentira vs Traição
29/04/10
24/04/10
Quantas vezes e até quando?
"Não sei quantas vezes te vais matar até cair, não sei quantas vezes vais fugir para não voltar, não sei qual das fugas iguais será excepção e, talvez um dia seja eu a largar a mão"
20/04/10
Que estranha forma de vida...
Começo por dizer... "é diferente..."
Estou há 2 meses e meio a viver em Lisboa, mudei-me para cá por motivos profissionais. E qual é o balanço que posso fazer de todo este tempo?
Ainda não posso dizer que já me adaptei à vida de cá, que não tenho saudades do passado e que sei bem o que quero do futuro… mas no geral, deste presente, posso dizer que estou a gostar. Ainda estou numa fase de descoberta, ainda me perco pelas ruas e ainda mal vi os meus amigos que cá trabalham também. Mas…
… Há uma coisa que me faz muita confusão, que me deixa triste todos os dias. E todos os dias tento combater isso. A independência ou indiferença das pessoas… é estranho... é diferente… não sei explicar!
Chego a casa e a única coisa que me espera é jantar, falar um pouco por telemóvel com a família, aceder à internet e ver as minhas coisas pessoais, falar um pouco no msn com um amigo ou outro (chegando mesmo a ser chata porque é mesmo a única forma de falar com alguém) e… dormir, porque amanhã é dia de trabalho. Se morasse sozinha talvez não tivesse dado conta disto, mas moro com mais pessoas em casa e mal os vejo, chego a estar 1 semana sem os ver… lol, que estranha forma de vida!
Não tem nada muito a ver com o post (embora também ande perdido)… mas aqui fica o poema de Amália Rodrigues “Estranha forma de vida”
Foi por vontade de Deus
Que eu vivo nesta ansiedade
Que todos os ais são meus
Que toda minha a saudade
Foi por vontade de Deus
Que estranha forma de vida
Tem este meu coração
Vive de vida perdida
Quem lhe daria o condão
Que estranha forma de vida
Coração independente
Coração que não comando
Vives perdido entre a gente
Teimosamente sangrando
Coração independente
Eu não te acompanho mais
Para deixa de bater
Se não sabes onde vais
Porque teimas em correr
Eu não te acompanho mais
02/04/10
Irrita-me solenemente
Só me pergunto PORQUÊ? Nada justifica as faltas de respeito que um filho possa ter pelos pais. Nunca lhes deram motivos para isso, ou se calhar deram quando o mimo foi em excesso.
Corta-me o coração assistir a esta situação, a sério que corta...
...
fico sem palavras...
27/03/10
Ensaio Filosófico - acção vs consequência

23/03/10
O Frio e o Calor da Vida
22/03/10
Bofetada de Luva Branca
Em Agosto de 1999, quando Timor era palco da destruição provocada pelas mílicias pró-Indónésia(...) Alberto´João Jardim garantiu que a Madeira não daria "um tostão" para timor e que não admitia que o estádo Português "mexesse" nas transferências a que a Região tinha direito. 'Nem um tostão para Timor' foi uma frase que provocou as mais duras reacções, em todo o País. dizia ele que a vida lhe tinha ensinado que cada um se deve gorvernar por si...
in: Diário de Notícias (22 de Março de 2010)
Pois é, a vida também lhe devia ter ensinado que todos precisamos uns dos outros...
13/02/10
Como em tudo na vida
Diz uma lenda chinesa que amizades verdadeiras são como árvores de raízes profundas: nenhuma tempestade as consegue arrancar.

