27/10/09





S
e não sabes o que sentes, Não inventes o que não sentes!

O que me diz hoje o Horóscopo...

"Today is one on which you focus on the connection between reputation and income, Taurus, and it seems that even at home this connection is reinforced somehow. It is possible that a family member or roommate could be the source of an introduction or tip that leads to an improved income situation. There could also be an opportunity to work from home, or put some time and money into the improvement of the home, either on the outside or the structure, bringing up its value. Plans could be made now for making a change of residence in the near future."

Até que nem é mentira nenhuma, agora que terminei o curso e que estou em fase de escolhas para a minha vida, há que fazer também a escolha de ter a minha própria independência e isso pode passar por procurar casa... Mas digo-vos uma coisa: está difícil, na minha área não costuma haver desemprego, mas o que é certo é que há 3 mês que ando à procura de emprego/trabalho e nada.

Não costumo acreditar no horóscopo, mas vá, este até que nem errou de todo!

16/10/09

Evanescence - "My Immortal"

15/10/09

Parabéns meu Anjo da Guarda...


É difícil de controlar os nossos impulsos e sentimentos, diante de algumas situações que nos apanha de surpresa. Com o tempo descobri o quanto és importante para mim, o quanto me fazes falta, o quanto desejo estar a teu lado...

Hoje é o teu dia, um dia especial que merece um presente especial... Presentes! Não consigo encontrar um que esteja à tua altura. Amor, paz, alegria, saúde, felicidade, presença... É pouco, mereces tudo e muito mais. Não vou esconder, mentir ou ocultar que sonho, desejo, puder proporcionar-te um bocadinho de cada.

Mas vá, desejo-te um Feliz Dia de Aniversário, que na vida encontres sempre cada um destes presentes, não só quando contas mais uma primavera mas sempre, todos os dias até não haver limite.

Apenas te quero dizer que és especial para mim, um verdadeiro Amigo, estarei sempre aqui para te ajudar e apoiar no que precisares, ou quando precisares… acima de tudo, de todos os sentimentos que nos toca, a amizade é um elo bastante importante nas nossas vidas. Adoro-te, sabes disso, e mais uma vez muitos e muitos e muitoooossss PARABÉNS =)

30/09/09

Matar o sonho






"Matar o sonho é matarmo-nos. É mutilar a nossa alma. O sonho é o que temos de realmente nosso, de impenetravelmente e inexpugnavelmente nosso."



(Fernando Pessoa)

29/09/09

O Homem e os Aviões

O Homem, até os 20 anos se equipara ao Avião de Papel: Apenas voos rápidos, de curto alcance e duração.
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O Homem, Dos 20 aos 30: se equipara ao Caça Militar: Sempre a postos, 7 dias por semana. Ataca qualquer objectivo. Capaz de executar várias missões, mesmo quando separadas por curtos intervalos de tempo.
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Dos 30 aos 40: Aeronave Comercial de voos internacionais: Opera em horário regular. Destinos de alto nível. Voos longos, com raros sobressaltos.. A clientela chega com grande expectativa; ao final, sai cansada, mas satisfeita.
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Dos 40 aos 50: Aeronave Comercial de voos regionais: Mantém horários regulares. Destinos bastante conhecidos e rotineiros. Os voos nem sempre saem no horário previsto, o que demanda mudanças e adaptações que irritam a clientela.
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Dos 50 aos 60: Aeronave de Carga: Preparação intensa e muito trabalho antes da descolagem. Uma vez no ar, manobra lentamente e proporciona menor conforto durante a viagem. A clientela é composta maioritariamente por malas e bagulhos diversos.
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Dos 60 aos 70: Asa Delta: Exige excelentes condições externas para alçar voo. Dá um trabalho enorme para descolar e, depois, evita manobras bruscas para não cair antes da hora. Após a aterragem, desmonta e guarda o equipamento.
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Dos 70 aos 80: Planador: Só voa eventualmente e com auxílio. Repertório de manobras extremamente limitado. Uma vez no chão, precisa de ajuda até para voltar ao hangar.
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Após os 80: Modelos estáticos em escala: Só enfeite...

25/09/09

Estágios são forma de escravatura

Sem remuneração e com atribuição de funções desadequadas aos recém-licenciados, estágios são entendidas como uma forma de exploração
Para Natália Alves, socióloga e professora auxiliar na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, concluir um curso como o de Direito, que até há pouco tempo era de cinco anos, "e ainda ter mais dois anos em que se trabalha a custo zero" leva os jovens "a protelarem os seus projectos de vida".
"É, de alguma forma, manter a vida em suspenso", assinalou, considerando que não pagar aos estagiários sob o pretexto de que estão num contexto de formação "é uma exploração da mão-de-obra", pois, no caso do Direito, "se é certo que eles não são tão produtivos como um advogado com experiência, a verdade é que eles produzem".
Natália Alves, que lecciona e investiga nas áreas de Sociologia da Educação e Formação de Adultos, opõe-se também ao argumento de que a entidade que acolhe os estagiários "lhes está a fazer um favor" por estes necessitarem do estágio para exercerem profissões regulamentadas como Advocacia, Arquitectura, Engenharia, Jornalismo.
"Por mais desqualificadas que sejam as funções, o facto é que eles estão realmente a trabalhar", destacou, lamentando que muitos estagiários fiquem "completamente enredados numa teia da qual se torna difícil sair".
Membro da unidade de Investigação e Desenvolvimento de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, Natália Alves questionou ainda o facto de - como sucede em algumas sociedades de advogados - 15 licenciados estarem a estagiar em simultâneo.
"O estágio é suposto ser um período de formação e uma sociedade [de advogados] que tem 15 licenciados ao mesmo tempo é duvidoso que consiga assegurar a qualidade da formação", sublinhou a socióloga.
"A palavra exploração, com todo o seu sentido e significado, é a que melhor se adequa a estas situações. É uma exploração de colarinho branco e nem mesmo me repugna o uso do termo escravatura", concluiu.
Também Elísio Estanque, investigador do Centro de Estudos Sociais, laboratório associado da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, se afirmou apreensivo com a condição dos estagiários.
Para o investigador, esta situação "insere-se no problema mais geral da precariedade crescente no mercado de trabalho" e é "o reflexo de culturas de prepotência e de abuso de poder".
Em declarações à Lusa, Elísio Estanque assinalou que a utilização abusiva de um período que devia ser de formação pode estar também relacionada com "clivagens entre 'status' académicos de grande valor simbólico - o dos estagiários - e baixas qualificações/formação de chefias e sectores ainda relativamente estáveis".
"Isso faz com que se descarregue alguma frustração sobre o jovem estagiário e inexperiente", afirmou.
O estagiário, por ser "aquele que mais precisa dessa pequena experiência - mesmo sendo frustrante - para acrescentar uma linha ao currículo que pode dar acesso ao tão sonhado emprego", acaba por ser "o elo mais fraco", na opinião do sociólogo, que coordenou o programa de doutoramento em Relações de Trabalho, Desigualdades Sociais e Sindicalismo.
Elísio Estanque considera que, "num cenário de incerteza e de pessimismo face ao futuro, as empresas tentam proteger-se aproveitando os recursos mais à mão e menos dispendiosos" mas essa situação é passível de gerar "insatisfação, mal-estar e desmotivação pelo trabalho, acentuando o pessimismo e também o individualismo negativo suportado por sentimentos de ansiedade e de medo".
"Se a aposta na formação e qualificação dos portugueses vier a ser levada a sério, é necessário que isso se conjugue com boas práticas na liderança das instituições/empresas e que estas passem a orientar-se para proporcionar aos empregados e também aos recém-formados (estagiários) o acesso a uma efectiva estabilidade e oportunidade de carreira perante o mérito e a competência demonstradas", declarou.
Lembrando que "o acesso ao emprego e o exercício profissional continuam a ser o eixo principal de conquista de respeito e dignidade social, além do meio insubstituível para garantir subsistência e autonomia económica", o investigador apontou a existência de novas formas de "servilismo e dependências laborais".
O problema atinge "um amplo leque de situações e categorias sócio-profissionais" e, "se não for travado e interdito rapidamente, pode redundar em novas formas de rebelião e revoltas de consequências imprevisíveis", antevê.
"Em termos políticos, tais situações põem em risco a consolidação da cidadania, o que, aliás, vem acontecendo, levando as camadas mais jovens ao desinteresse pela vida cívica e política", rematou.